Igrejas cheias de Tribos

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Igrejas cheias de tribos, grupos e facções. Esta é a realidade de boa parte da Igreja Brasileira, causando assim um paradoxo com a verdade do que está escrito no evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo.
Em todas as denominações, quer sejam tradicionais, quer sejam pentecostais ou neopentecostais, existe algo que desvirtua o que compreendemos por igreja. Nos Evangelhos e nas epístolas, compreendemos que o sinal que denunciaria o verdadeiro discípulo seria o amor; este sentimento, trata-se antes de qualquer coisa, da essência do próprio Deus, o qual afirmamos morar dentro do nosso viver, e que mediante isto, somos justificados e UNIDOS em amor. (João 13:35, IJoão 4:8, 16)
Porém, numa análise mais aprofundada do conviver de algumas, e por não dizer todas, notamos a existência de grupos que subdividem o que a Bíblia chama de corpo de Cristo, causando com isso a maior contradição que poderíamos encontrar no povo que se identifica pelo denominador comum Deus (ITimóteo 2:5, Efésios 4:6, Gálatas 3:20, ICoríntios 8:6).
Sabemos que em qualquer grupamento de indivíduos, há o que chamamos de afinidade, pessoas se agrupam dentro de um grupo já existente, como podemos citar o Nosso Senhor Jesus Com Pedro, Tiago e João, os quais participavam dos eventos mais peculiares de Cristo (Marcos 5:37, Marcos 9:2, Marcos 14:33, Lucas 8:51, Lucas 9:28, Mateus 17:1); entretanto, esta forma de comportar-se, não pode servir de alavanca para alimentar sentimentos e comportamentos patológicos, como que numa necessidade de manterem-se íntegros, de não terem mudada a sua “persona”, de não se misturarem mesmo, por isso procuram pessoas que pensem, ajam e procedam pelo menos três quartos do que eles conseguem enxergar das próprias ações, considerando como danosas ou contundentes, ações que venham afastar-se do próprio espelho que refletem suas “únicas e moralmente corretas ações”, como verdadeiros Narcisos “acham feio o que não é espelho” e assim moldam o evangelho deixado por Cristo e as doutrinas dos Apóstolos e Profetas.
Cristo reprova estas mutações comportamentais dentro do ambiente da Igreja. A igreja é um grupo dentro do mundo, não um amontoado de grupos dentro de um grupo religioso reconhecido no sistema mundano. Grupos que levantam intrigas, inimizades, pelejas, iras, contendas, porfias, Insubordinação, que elegem, sem o consentimento do corpo um cabeça que não seja o já instituído, e assim prosseguem numa covarde luta contra o povo do amor, devem ser banidos, do seio da Noiva de Cristo.
Cristo não formou um campo de batalha, formou um grupo de IRMÃOS, filhos de um mesmo Pai, cuidados por um mesmo Senhor, e dirigidos por um mesmo Espírito, onde o seu principal objetivo é falar do Céu, testemunhar do seu Deus, e servir de farol que aponte para a vida eterna. Sejamos seus representantes, e não apenas religiosos de uma facção.
Cristo nos Amou. Devemos nos amar como um corpo, sem precisar mudar nada. Nosso Objetivo é formar seguidores de Cristo, não mantermos facções dentro do “Grupo Igreja”, para que assim sejamos considerados dEle, em amor, e alcancemos sua graça para a vida Eterna.
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Esta publicação foi escrita por Gregório Júnior e publicada em julho 16, 2010 às 1:59 pm. Está arquivada em crítica, Devocional, Reflexão. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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