A Igreja: Natureza, Características e Propósitos

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De que é feita uma igreja? Como podemos reconhecer uma igreja verdadeira? Quais os propósitos de uma igreja?

EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA

  1. A NATUREZA DA IGREJA

1. Definição. A Igreja é a comunidade de todos os cristãos de todos os tempos. Essa definição compreende que é feita de todos os verdadeiramente salvos, todos aqueles pelos quais cristo morreu para redimir, todos os salvos pela morte de cristo. Inclui todos os verdadeiros cristãos de todos os tempos, os salvos do Novo como do Antigo Testamento.

O Próprio Jesus Cristo edifica a igreja: “edificarei minha igreja” (Mt 16:18). Seu crescimento não se deu apenas pelo esforço humano, “mas acrescentava-lhe o Senhor, dia-a-dia os que iam sendo salvos” (At 2:47). É uma continuação do modelo estabelecido por Deus no Antigo Testamento. A Septuaginta traduz a palavra “reúne” (heb. Qāhal) pelo termo grego ekklēsiazō, “Convocar uma assembléia”, verbo cognato do substantivo do Novo Testamento ekklēsia, “Igreja”.

Os autores do Novo Testamento podiam falar do povo de Israel do antigo testamento como uma “igreja” (ekklēsia) no deserto (At 7;38). O Autor dos Hebreus entende que os cristãos de hoje, estão rodeados de uma grande nuvem de testemunhas (Hb 12:1) que retrocede até aos primeiros períodos do antigo testamento e inclui Abel, Enoque, Noé, Abraão, Sara, Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os Profetas (Hb 11:4-32).

No capítulo 12, o autor aos hebreus afirma que quando nós, cristãos do novo testamento, adoramos a Deus, entramos na presença da assembléia (ekklēsia) dos primogênitos arrolados nos céus. Os Autores do novo testamento vêem tanto os cristãos judeus como gentios unidos na igreja. Juntos foram feitos um (Ef 2:14), um novo homem (v.15), concidadãos (v.19) e membros da “Família de Deus” (v.19). É correto pensar na igreja como povo de Deus de todos os tempos, tanto os salvos do antigo testamento como do novo testamento. 2. Igreja é Visível como a comunidade de todos os cristãos genuínos. Podemos perceber sinais externos de uma mudança espiritual interior, mas não enxergamos o coração. Só Deus o pode. O senhor conhece os que lhes pertence (II Tm 2:19). A Igreja invisível é a igreja como Deus a vê. A igreja católica argumentara que somente na organização visível da igreja romana poderíamos encontrar a verdadeira igreja, a única; Até mesmo hoje tal posição é sustentada. Em 25 de março de 1987, a Comissão Ad Hoc da Conferência Nacional dos Bispos Católicos (dos EUA) criticou o cristianismo evangélico (chamado fundamentalismo bíblico) principalmente porque tirou o povo da única igreja verdadeira. A Igreja Católica Romana tinha a forma externa, a organização, mas era apenas uma concha. Calvino argumentou que assim como Caifás (sumo sacerdote na época de Cristo) era descendente de Arão e não era um verdadeiro sacerdote também os Bispos católicos romanos “descendiam” dos apóstolos em uma linha de sucessão, mas não eram verdadeiros bispos da igreja de Cristo, a organização visível deles não era a igreja verdadeira. Calvino afirmou: “A pretensão de sucessão é vã se os descendentes não conservarem sã e incorrupta a verdade de Cristo que eles receberam da mão de seus pais e não conservarem sã e incorrupta a verdade de Cristo que eles receberam da mão de seus pais e não permaneceram nela […] que valor tal sucessão tem, se não incluir também imitação incorrupta de seus sucessores!”

A Verdadeira Igreja de Cristo certamente tinha também um aspecto visível, esta é a Igreja como os cristãos a vêem na terra; inclui todos os que professam a fé em Cristo e dão prova de tal fé na vida. Paulo certamente sabia que havia descrentes nas igrejas as quais escrevia, pareciam ser cristãos mas no fim iam desviar-se. A igreja visível é o grupo de pessoas que se reúnem toda semana para cultuar a Deus como Igreja e professar a fé em Cristo. Reconhecendo esta distinção entre igreja visível e invisível, Agostinho disse, referindo-se à Igreja visível: “Muitas Ovelhas estão fora, muitos lobos estão dentro”. Reconhecemos como membros da igreja todos os que pela confissão de fé, pelo exemplo de vida e pela participação nos sacramentos professam o mesmo Cristo conosco. Não devemos tentar excluir ninguém da comunhão da igreja a não ser que este traga disciplina sobre si mesmo por causa do pecado publicamente conhecido. 3.Igreja é local e Universal. Numa Casa, em uma cidade, região e até no mundo, a igreja é compreendida. O Povo de deus é considerado desde o nível de grupo local até o universal pode corretamente ser chamada “A Igreja”. Não devemos cometer o erro de dizer que somente uma igreja que se reúne em casas expressa a verdadeira natureza da igreja, nem uma igreja que assume o nível de uma cidade, nem que só a igreja universal pode ser chamada apropriadamente pelo nome igreja. Pelo contrário, a comunidade do povo de Deus vista em qualquer nível pode ser corretamente chamada igreja.

Uma das primeiras descrições ou metáforas aplicadas à igreja é a de povo de Deus. Com o uso desta frase, a perspectiva é de focalizar no relacionamento de dependência de Deus dentro dos limites da aliança estabelecida. Êxodo 19 assenta os elementos essenciais desta aliança e da designação de ser povo peculiar a Deus. Nestes mesmos termos encerram-se também as figuras de sacerdócio real, nação santa, povo adquirido, povo eleito e em parte referências à participação no reino de Deus. No Antigo Testamento, o conceito de igreja é traçado em termos da nação como um todo ou de um remanescente, porém há modificações de tal idéia no Novo Testamento, partindo do desenvolvimento das referências a um remanescente fiel. É na base do conceito de Israel como o povo de Deus que o Novo Testamento desenvolve o seu ensino do povo de Deus em Cristo. O Antigo Testamento utiliza muito a imagem da esposa, muitas vezes encerrado nos termos de prostituição. Vez por outra, a mensagem referida tem sentido duplo, já que o culto aos deuses dos povos ao redor de Israel era comumente associado a orgias e à utilização de prostituição nos próprios

templos e altares pagãos. Quando o texto fala de prostituir-se com outros deuses, trata diretamente de questões de prostituição e lascívia sexual, mas o enfoque principal é a infidelidade de Israel a YHWH, sob a figura da relação matrimonial sendo violada pela esposa. O ideal da natureza da igreja é, no entanto, referido aqui no sentido de pureza relacional e fidelidade perante Deus. É este aspecto da natureza da igreja que normalmente vem sendo apontado na utilização dos termos esposa, noiva e

Também Templo. Outra agrupação de termos reflete a missão a ser desempenhada pela igreja. Estas designações como corpo e membros de Cristo, refletem a igreja como a presença visível e ativa de Deus na terra. A missão de estender o ministério de Cristo espelha-se nos termos como ramos da parreira, galhos da oliva, lavradores da vinha, coluna e baluarte da verdade, luzeiro e sacerdócio real. Há também expressões parecidas sacadas da agricultura como lavoura, vinha e horta, mas estes termos refletem mais a obra de Cristo nos integrantes da igreja, em conjunto com termos no sentido de edifício, construção e seu vínculo com colocações da obra de Cristo na igreja. Este agrupação de termos reflete a natureza da igreja pelo seu aspecto do processo de desenvolvimento, chegando a cumprir com o propósito de Deus. Entre outras podemos relacionar: Família, a Noiva de Cristo, Ramos de uma videira, Oliveira, Lavoura, Edifício, colheita, um novo templo, novo Grupo de sacerdotes, Casa de Deus, Coluna e Baluarte da Verdade, Corpo de Cristo.

Entre os Protestantes evangélicos tem havido diferença de posição sobre a questão do relacionamento entre Israel e a igreja. As Promessas de Deus para Israel são as bênçãos terrenais, quanto para igreja, as celestiais. Deve-se lembrar da parábola de Jesus lançada aos fariseus, na qual ele os trata como lavradores maus, cuja posição e responsabilidade lhes são tomadas para serem entregues a outros. Aqui é interessante notar que os fariseus compreenderam a mensagem de que o reino lhes seria tirado, mesmo se não aceitassem a palavra. Além desta passagem, lembra-se também as colocações no livro de Isaias referentes à missão de trazer todos os povos a cultuarem ao Senhor. Lembra-se que a Bíblia deixa abertura para que Israel se volte a Deus e novamente encontre o seu lugar dentro dos propósitos de Deus. Esta reintegração, no entanto, dependeria do arrependimento do povo. A mensagem missionária referida por Jesus já havia sido expressa na aliança sinaítica, a qual, por sua vez, tem fundamento no propósito de Deus, registrado a partir de Gênesis 3, para reconciliar consigo mesmo os seres humanos alienados em pecado. Tal ensino é mais claro nos profetas como Isaías. Na aliança sinaítica, a proposta missionária era integral à identificação do povo como povo de Deus. Esta condição foi quebrada por Israel inúmeras vezes. A única ressalva para o povo continuar sob a aliança era a misericórdia de Deus, pois eles já haviam rompido a aliança desde o deserto, mesmo antes de entrar na terra prometida. Deus não tem dois propósitos separados para a Igreja e Israel, mas sim um único propósito – Estabelecimento do Reino de Deus. Judeu é aquele que interiormente é circuncidado, ou seja, no coração, não segundo a letra. Paulo considera Abraão pai de todos os Judeus, todos os que crêem.

A igreja autêntica existe como a concretização do reinar de Deus e não pode existir desvinculada

deste reino. É na vida da igreja—o povo de Deus—que o reinar de Cristo tem forma e exercício. O conceito do Reinar de Deus é a categoria principal no estudo da escatologia, porém é na igreja que este reino tem o seu começo e a sua concretização primária. “No Novo Testamento, o reino de Deus é principalmente o seu reinar nas vidas daqueles que se submetem à sua autoridade”. Logo o termo “reino de Deus” pode ser definido como o Seu “governo em ação”, ou o “reinar de Deus”. Segundo as declarações de Jesus, o Seu reinar já é “uma realidade na história humana”. Deus já reina entre o povo, mesmo que não de forma política ou teocrática no sentido ideal da aliança sinaítica. O povo de Israel dava muita ênfase à questão de viverem diretamente sob o reinado de Deus, mas pode-se ver que esta realidade nunca teve uma concretização plena. Quando as multidões queriam fazer de Jesus o seu rei, Ele não aceitou tal proposta por ser um desvio completo do propósito maior do seu ministério. Perante Pilatos, negou de novo que seu reino fosse como os reinos deste mundo8. O seu reinar era uma questão do interior, não da relação nacional externa. João, o Batista, chamou o povo judeu a se tornarem filhos de Abraão e não confiarem em sua herança nacional, mas Jesus leva o conceito mais adiante, rejeitando a idéia da identificação do Messias com um rei de força política, enfatizando a aceitabilidade dos rejeitados pela sociedade e a transformação interior do indivíduo. De modo igual, a igreja deve espelhar o compromisso interno de cada indivíduo para aceitar a sua participação e integração no povo de Deus. Este compromisso é uma questão da aplicação do reino na vida do indivíduo. A igreja é por conseqüência o agrupamento ou reunião dos membros ou cidadãos do reino. A igreja não é o reino, mas ela é criatura ou veículo para a extensão do reinar de Deus. O reinar de Deus na vida humana cria a comunidade pertencente ao reino, a qual chamamos de igreja. A fé bíblica não é institucional, porém é indiscutivelmente comunitária enquanto individual, e é nesse contexto que o reinar de Deus existe no mundo. O reino começa na vida do indivíduo, mas é levado adiante no contexto comunitário do reinar de Deus.

  1. OS PROPÓSITOS DA IGREJA

1. No relacionamento com Deus o propósito da Igreja é adora-lo. Em certos casos do estudo da disciplina, encontrar-se-á certas formas de organização ou estrutura na Bíblia que divergem da prática comum atual. Deve-se fazer em tais casos uma avaliação do propósito da forma, estrutura, cargo ou atividade descrita. Tal propósito pode estar sendo desenvolvido com outra metodologia, estrutura ou forma na igreja atual, sem que haja qualquer incompatibilidade com o ensino biblico. Em tais casos, não há necessidade de alterar a prática atual, desde que esta esteja cumprindo com o seu propósito devido, sempre em conformidade com o encaminhamento bíblico. Em alguns casos, pode ser que os cargos e formas organizacionais usem de estratégias bem parecidas à forma original. Deve-se novamente olhar para a questão do propósito a cumprir. Uma forma ou estrutura pode capturar a essência de seu propósito como também pode ser um desvio do mesmo. Deve-se procurar definir a razão da prática para averiguar se a continuidade é o mais devido, pois é sempre possível que até uma estrutura aparentemente igual à do Novo Testamento perca sua eficácia se apenas for reassentada no contexto atual. Em outros casos uma estrutura pode não ser prejudicial em si, mas pode tampouco estar contribuindo para o crescimento do reino de Deus. missão da igreja deve ser estudada a sério, pois é o direcionador para cada aspecto da vida eclesiástica. As palavras de Jesus registradas em Mateus 28 e Atos 1 requerem que a igreja cumpra com a tarefa de discipular. Esta é a missão: ser testemunha de Cristo, discipulando todas as nações. O papel de testemunha no contexto de Atos 1.8 tem a mesma força do conceito de fazer discípulos em Mateus 28. De fato, são dois relatos das mesmas palavras de Jesus, numa mesma ocasião. O testemunho e discipulado especificados abrangem todo o ensino de Jesus em toda expansão étnica e geográfica. A missão da igreja deve reger todo o esforço, direcionando toda a atividade e estrutura para que ajude a cumprir com o propósito da igreja.

O louvor aqui tratado é dever humano, mas é ao mesmo tempo uma expressão da necessidade humana, não de qualquer necessidade divina. Deus tem prazer num culto digno, mas tal prazer não espelha tanto a necessidade de Deus como espelha a necessidade do ser humano em reconhecer a Deus como Senhor absoluto. Há passagens que indicariam a necessidade de uma prestação de adoração e louvor a Deus em reconhecimento de Sua identidade e grandeza48. Mesmo quando Jesus indica que as pedras clamariam se o povo tivesse calado, ainda não espelha uma necessidade da parte de Deus, mas a necessidade do evento e da proclamação digna. A razão da exclamação era o reconhecimento e a proclamação da identificação de Jesus como sendo o ungido de Deus. Adoração, portanto, nos termos de servir a Deus é parte da missão da igreja.

Adoração em sentido de prestar um culto a Deus não chega a ser parte integral da missão da igreja. Este tipo de adoração realmente tem mais vínculo com a necessidade humana de reverenciar a Deus e lembrar-se de Sua grandeza, do que por qualquer necessidade divina de receber o culto prestado. O Deus de Israel, está muito além de carecer do culto humano.

“Discipulai as nações” é muito mais do que continuarmos no mesmo trajeto que estamos seguindo. Discipular as nações envolve uma transformação de vida para que nos voltemos àqueles que andam necessitados de um relacionamento de discípulo com Cristo. Entregar toda estrutura para que sua conformidade com a missão a cumprir seja analisada—a ordem de discipular as nações. Teremos que realmente derramar as nossas vidas nas mãos do Senhor.

  1. SINAIS DE UMA IGREJA PURA

1. Entre os fatores que tornam uma igreja mais pura, encontram-se:

  1. Doutrina Bíblica (Pregação Correta da Palavra)
  2. Uso Adequado dos Sacramentos (Ordenanças)
  3. Aplicação correta da disciplina eclesiástica
  4. Adoração genuína
  5. Oração Eficaz
  6. Testemunho Eficaz
  7. Comunhão Eficaz
  8. Governo Eclesiástico Bíblico
  9. Poder Espiritual no Ministério
  10. Santidade na vida dos Membros
  11. Cuidado pelos Pobres
  12. Amor por Cristo

Pode haver outros sinais, mas pelo menos esses podem ser mencionados como fatores que aumentam a conformidade de uma igreja com os propósitos de Deus. O ideal de união para a igreja nunca chegará a completa satisfação na terra, em função de posições teológicas diferenciadas entre grupos componentes da Igreja. Estas diferenças surgem de início em decorrência da incapacidade humana de plena compreensão da Bíblia em sua íntegra e da debilidade humana em compreender plenamente a vontade do Deus infinito, revelado em Cristo Jesus.

Algo da natureza da igreja é espelhado nas seguintes figuras: povo de Deus, corpo de Cristo, noiva de Cristo, esposa de Deus, templo do Espírito do Santo, santos, povo eleito, filhos de Deus, ramos da videira, galhos da oliva, lavoura, horta, edifício, sacerdócio, nação santa, luzeiro, coluna e baluarte da verdade, lavradores da vinha, integrantes do reino de Deus e amigos de Jesus. Estas descrições e metáforas são usadas de formas diferentes, espelhando certos aspectos da natureza, do ideal, ou da dura realidade no quotidiano da igreja. Uma das primeiras descrições ou metáforas aplicadas à igreja é a de povo de Deus. Com o uso desta frase, a perspectiva é de focalizar no relacionamento de dependência de Deus dentro dos limites da aliança estabelecida. Êxodo 19 assenta os elementos essenciais desta aliança e da designação de ser povo peculiar a Jeová. Nestes mesmos termos encerra-se também as figuras de sacerdócio real, nação santa, povo adquirido, povo eleito e em parte referências à participação no reino de Deus. No Antigo Testamento, o conceito de igreja é traçado em termos da nação como um todo ou de um remanescente, porém há modificações de tal idéia no Novo Testamento, partindo do desenvolvimento das referências a um remanescente fiel. É na base do conceito de Israel como o povo de Deus que o Novo Testamento desenvolve o seu ensino do povo de Deus em Cristo.

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Esta publicação foi escrita por Gregório Júnior e publicada em março 20, 2010 às 7:05 pm. Está arquivada em Estudo, Igreja. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

Uma opinião sobre “A Igreja: Natureza, Características e Propósitos

  1. “Articulação diplomática para o Oriente Médio, que inclui EUA, Rússia, União Europeia (UE) e as Nações Unidas (ONU)”Para você que é cristão e já ta sabendo de tudo, mas está pagando para ver. Diz a divindade: Você não só vai ver como vai ser vítima do dilúvio de fogo que virá a partir de 2012. E porque você vai ser vítima? Porque você não fez nada para impedir esta fatalidade. Ainda que a divindade tenha gritado durante dois mil anos o fato. Você simplesmente ficou ai, pagando pra ver. Pois após esses vinte quatro meses que o quarteto acima concedeu a Israel, a RUSSIA tomará a liderança de todos, em nome da paz, da ordem e virá moralizar essa arca do Dragão chamado Israel. E isso é exatamente o que disse a divindade em Ezequiel 38 e 39, que tem olhos veja e quem tem ouvido ouça a palavra da divindade. Porque essa divindade vai vir contra você também. Que ficou assistindo sem dizer nada aos teus irmãos. Você religioso entorpecido na bonança da filosofia da prosperidade. Você não só vai perder tudo, mas também corre o risco de ir para o inferno após o juízo com esta divindade. E por quê? (EZEQUIEL [33]) 1 Ainda veio a mim a palavra de Javé, dizendo:2 Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um dos seus, e o constituir por seu atalaia;3 se, quando ele vir que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo;4 então todo aquele que ouvir o som da trombeta, e não se der por avisado, e vier a espada, e o levar, o seu sangue será sobre a sua cabeça.5 Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado; o seu sangue será sobre ele. Se, porém, se desse por avisado, salvaria a sua vida.6 Mas se, quando o atalaia vir que vem a espada, não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e vier a espada e levar alguma pessoa dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da mão do atalaia.7[…] A MENSAGEM EM QUESTÃO ESTÁ EM EZEQUIEL CAP. 38 E 39VOCÊ TEM 24 MESES PARA IMPEDIR QUE GOGUE ATAQUE ISRAEL. E VOCE TEM 84 MESES PARA IMPEDIR O DILÚVIO DE FOGO SOBRE TODA A HUMANIDADE. E O AVISO QUE A DIVINDADE TE FAZ NESSE MOMENTO ATALAIA É: AMÓS 5, 16 Portanto, assim diz o Senhor Deus dos exércitos, o Senhor: Em todas as praças haverá pranto, e em todas as ruas dirão: Ai! ai! E ao lavrador chamarão para choro, e para pranto os que souberem prantear. 17 E em todas as vinhas haverá pranto; porque passarei pelo meio de ti, diz o Senhor. 18 Ai de vós que desejais o dia do Senhor! Para que quereis vós este dia do Senhor? Ele é trevas e não luz. 19 E como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se, entrando em casa, encostasse a mão à parede, e o mordesse uma cobra. 20 Não será, pois, o dia do Senhor trevas e não luz? Não será completa escuridade, sem nenhum resplendor?SE VOCÊ QUER O FIM DO MUNDO, É BOM SABER, SE VOCÊ JÁ SE TRANSFORMOU EM JESUS CRISTO. CASO CONTRÁRIO, VOCÊ VAI A JULGAMENTO COM ESSA DIVINDADE MALÉFICA. E ELA JURA QUE VAI NOS LEVAR PARA O INFERNO. NÃO É A TOA QUE JESUS SUOU SANGUE. PENSE NISSO. Veja a mensagem por completo em:http://joaorevela.blogspot.com/

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