SAMU: mal atendimento e serviço forçado

Hoje, 09 de juinho de 2008, solicitamos o SAMU para prestar socorro de emergência a um CONTRIBUINTE que estivera sofrendo com um ataque epiléptico em frente ao quartel da 1ª CIPOMA, no Bairro de Cruz de Rebouças, Município de Igarassu-PE;
Ao relatar o ocorrido fui passado para uma Funcionária que se identificou apenas como “Médica”, não possuindo nome, e AFIRMANDO que não era procedimento do referido órgão não se identificar, e que não era OBRIGADA a se identificar… bem, embora nunca vimos esse tipo de procedimento em órgão público algum, pois trabalho em um desses órgãos de segurança pública, e a orientação que recebemos é a de de imediato identificar o órgão, e o nome do atendente; porém, como não somos do SAMU, e educação é algo que se tem de berço, ou se adquire quando quer, proseguimos a solicitação, pois, apesar do SUPOSTO DIREITO da Médica, tínhamos uma vítima para atender.
A Profissional Anônima, tentou nos orientar a tomar as primórdias precauções que já haviamos tomados, pois somo profissionais de segurança que temos treinamentos em primeiros socorros, informamos isso a dita, porém sugestionou que ficássemos alí com o paciente, até que este recuperasse seus sentidos!!!! Informei que estava em horário de serviço e que o cidadão tinha o direito de ser servido pelos serviços ora oferecidos pelo SAMU… tive uma surpresa:
“SENHOR, NÓS NÃO ATENDEMOS ESSE TIPO DE OCORRÊNCIA, SÓ SE FOR O SEGUNDO CASO”…
Em um instante parei e pensei: Isso é uma recusa descarada! vou responder a altura! Disse a Ilustre Médica que minha prioridade era SEGURANÇA PÚBLICA e que o SAMU for instituído para atender socorro de emergência indepedente do grau existente, e perguntei-lhes em alto e bom tom:
“ENTÃO VOCÊS NÃO VÊM?!”
Calma Senhor!, Calma! – Tentou me intimidar, sugestionando que eu estaria sendo grosso, ou perdendo os limites como solicitante, ou ainda mais, que estava faltando com respeito a mesma – Pensei.
Em instantes ela me passou para o despachante SANDRO, que me atendera na maior camaradagem, porém também recusou-se de identificar a médica, alegando que isto só seria possível quando a viatura chegasse ao local – Achei estranho, pois se o procedimento interno de atendimento o SAMU não AUTORIZA ou ORIENTA seus funcionários se identificarem, porquê a telefonista e o despachante se identificaram de imediato? esperei a viatura que viria atender a ocorrência nº 210107; quando esta chegou, foram muito eficientes, atenderam o CONTRIBUINTE e o encaminharam para o devido centro de atendimento médico. A posteriore descobrimos GRAÇAS A DEUS o Nome da Médica, que segundo os para-médicos chma-se Drª Vânia, bem, não sei se procede, pois assim me informaram os funcionário da viatura do SAMU, que chegaram ao local com 25 minutos após a nossa acalorada conversa com a suposta DRª VÂNIA, que aqui preferimos chamar de Médica Anônima que tem mais o que fazer – foi com estas palavras que fomos respondidos quando ligamos para confirmar o nome da médica.
Realmente lamentamos ter que expor o magnifico órgão do SAMU, ou associá-lo a Pessoas que se julgam profissionais e denigrem a maravilhosa tarefa destes “Anjos do Asfalto”; Sejam estes como a suposta Drª Vânia, ou qualquer outro Super Profissional mal educado que não compreende que estão ali colocados para serem servidores do povo que pagam seus tributos para serem atendidos nos momentos mais necessários.
Queremos acreditar na seriedade do SAMU, e acreditamos, porém repudiamos Médicos como Drª Vânia que mancham a farda cedida por esta instituição. O Atendimento telefõnico acorreu às 10h00, do dia 09/06/2008, sob o nº de ocorrência 210107.
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Esta publicação foi escrita por Gregório Júnior e publicada em junho 9, 2008 às 7:18 pm. Está arquivada em Uncategorized. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

2 opiniões sobre “SAMU: mal atendimento e serviço forçado

  1. Repentinamente, nas minhas pesquisas pela internet, me deparei com essa interessante matéria.Sou médico, trabalho atuando na atenção básica e também no SAMU. Neste último desempenhamos as funções de médico socorrista (na ambulância -UTI móvel ou ambulância básica se necessário) e de médico regulador (no atendimento ao telefone).Considerando o que se relaciona com o fato ocorrido posso dizer que:Em primeiro lugar vale-se ressaltar que a assistência pre-hospitalar no Brasil ainda está engatinhando e necessita aprender muito. Num país como o nosso em que geralmente as coisas andam a passos lentos, não é de se estranhar que a assistência pre-hospitalar no geral ainda precise melhorar muito. Mas posso dizer seguramente que tem sido uma área que tem crescido e melhorado muito melhor do que o natural para o nosso padrão. Isso envolve dinheiro e cultura. Em segundo lugar e não menos importante deve-se considerar a estrutura dessa assistência num todo. E que também devido a inúmeros motivos, nem sempre está a altura do que realmente mereceria. Isso envolve dinheiro e cultura.E em terceiro e creio que mais importante, está a realidade para o consumidor do serviço. É o consumidor que faz o pedido do atendimento, é ele que precisa do atendimento.MAs Não podemos negar, somos brasileiros e o nosso jeitinho brasileiro, culturalmente normal e quase que imperceptível para nós mesmos que faz com que essa realidade mude.Pelo que percebi até o momento, o Sr João Batista fez o chamado ao SAMU para um atendimento necessário. Necessário sim, mas prioritário no momento? Poderia ter outro agravo de maior importância a espera? Deixemos isso para mais adiante. A Portaria GM/MS n.º 1.864, de 29 de setembro de 2003 entre várias orientações, define os parâmetros de estruturação do SAMU:• Um veículo de suporte básico à vida para cada 100.000 a 150.000 habitantes;• Um veículo de suporte avançado à vida para cada 400.000 a 450.000 habitantes.A Portaria estabelece, ainda, que o acompanhamento e avaliação das ações, serão realizados por meio de uma lista de indicadores de desempenho a serem sistematicamente produzidos e analisados:• Tempo médio de resposta entre a chamada telefônica e a chegada daequipe no local da ocorrência.• Tempo médio decorrido no local da ocorrência.• Tempo médio de transporte até a unidade de referência.• Tempo médio de resposta total (entre a solicitação telefônica de atendimento e a entrada do paciente no serviço hospitalar de referência).• Indicadores de adequação da regulação (% de saídas de veículos de Suporte Avançado após avaliação realizada pela equipe de Suporte Básico).• Taxas de mortalidade evitável e mortalidade geral no ambiente de atenção pré-hospitalar, com avaliação do desempenho segundo padrões de sobrevida e taxa de seqüelas e seguimento no ambiente hospitalar.• Mortalidade hospitalar imediata dos pacientes transportados (24 horas).• Casuística de atendimento de urgência por causa clínica e as relacionadas às causas externas, considerando localização das ocorrências e suas causalidades,idade, sexo, ocupação, condição gestante e não gestante.Todas as solicitações de atendimento relacionaodos com paciente devem ser repassadas para o médico regulador que é quem avalia e determina o procedimento mais aequado (orientar, procurar posto de saúde, enviar ambulância, observar evoluçao e retornar ligação se necessário, etc).Avaliação multifatorial do grau de urgênciaO grau de urgência é diretamente proporcional à gravidade, à quantidade de recursos necessários para atender o caso e à pressão social presente na cena do atendimento e inversamente proporcional ao tempo necessário para iniciar o tratamento.U = (G* A* V*)/T*U – Grau de urgênciaG – Gravidade do casoT – Tempo para iniciar o tratamentoA – Atenção: recursos neces sários para o tratamentoV – Valor socialque envolve o casoGravidadeClassificação das urgências em níveisCom o objetivo de facilitar o estabelecimento de prioridades entre os diferentes casos de urgência, podemos didaticamente classificá-las da seguinte forma:Nível 1 (vermelho) : Emergência ou Urgência de prioridade absolutaCasos em que haja risco imediato de vida e/ou a existência de risco de perda funcional grave, imediato ou secundário.Nível 2 (amarelo): Urgência de prioridade moderadaCompreende os casos em que há necessidade de atendimento médico, não necessariamente de imediato, mas dentro de poucas horas.Nível 3 (verde): Urgência de prioridade baixaCasos em que há necessidade de uma avaliação médica, mas não há risco de vida ou de perda de funções, podendo aguardar várias horas.Nível 4 (preto): Urgência de prioridade mínima.Compreendem as situações em que o médico regulador pode proceder a conselhos por telefone, orientar sobre o uso de medicamentos, cuidados gerais e outros encaminhamentos.Essa classificação é feita já no atendimento ao telefone, o que pode mudar no decorrer do tempo, numa nova chamada, ou na avaliação da equipe da ambulância.Cabe ao médico regulador, que deve estar capacitado, avaliar, orientar, delegar ambulância, etc.Uma crise convulsiva pode ser algo não grave ou algo grave. Mas pensemos: São centenas os casos em que pode se desencadear uma crise convulsiva. Porém poucos serão potencialmente graves ao ponto de ocorrer risco de vida imediato ao paciente (desde que o paciente esteja em lugar seguro). Mas deve-se ressaltar que socialmente uma convulsão tem um grande valor, e isso, ao meu ver aumenta a necessidade de atendimento. Do mesmo modo que se o carro do Presidente apenas derrapasse e ele saísse do carroassustado mas sem nenhum arranhão. Socialmente falando é uma “urgência” e se for necessário o SAMU atenderia. Mas antes de tudo, num setor de urgência e emergência, se prioriza a vida. Então, se houvesse apenas uma ambulância disponível para atender ou Presidente ou a convulsão, nesse caso obviamente diríamos que a convulsão tem mais chances de tornar-se algo grave do que um susto.Mas agora pensemos o seguinte: Se o Presidente é hipertenso e cardiopata e depois de 5 minutos foi feita outra ligação onde o solicitante disse que que o mesmo começou a sentir muita falta de ar e dor no peito e suor frio depois do susto.E agora qual é o de maior risco?A ambulância já estava se deslocando para atender à convulsão. E o que fazer agora? ESSA É A FUNÇÃO DO MÉDICO REGULADOR, O QUE ATENDE O TELEFONE.Provavelmente a única ambulância seria redirecionada para a prioridade maior, a que envolve risco de vida imediato, e o paciente da convulsão iria ficar aguardando mais tempo. Durante esse tempo a mais, o solicitante, que por certo deve ficar no local, deve ser informado, se possível, dessas mudanças, ao mesmo tempo em que o mesmo deve estar atento as mudanças de comportamento do paciente (da convulsão) para que o médico regulador possa reclassificar seu grau de risco a todo momento.Por isso, uma chamada ao SAMU para um atendimento de emergência não necessáriamente significa ambulância de prontidão para todos os casos. Quem já teve a oportunidade de passar um dia na central de atendimento e regulação do SAMU viu a quantidade de chamadas que são feitas. Na minha cidade que tem cerca de 180 mil hab. é comum ocorrer de ao mesmo tempo estarmos regulando com mais de 5 pedidos para um atendimento da ambulância. Muitas vezes com chamadas em espera. E se estivermos diante de acidentes (muito comum), ferimento com arma branca ou arma de fogo (comum), queda de nível de altura com ferimento importante ou desmaio (comum), enfarto, AVC, etc…. esses casos geralmente terão mais risco à vida do que a convulsão, em geral. E se pelas informações que o regulador recebe por telefone levarem a esssa conclusão, com certeza a convulsão terá que esperar e assim sucessivamente até que não haja outra ocorrência de maior gravidade.”A regulação médica utiliza a idéia do acolhimento, avaliação e priorização dos casos existentes, buscando garantir o atendimento por ordem de necessidade e não por ordem de chegada”. E provavelmente quando a equipe chegar o paciente já deverá até ter melhorado, recobrado a consciência ou removido por terceiros (e com certeza o SAMU será mal falado naquele momento, pelas pessoas que não estão a par da situação). Mas nesse intervalo todo o solicitante deve ser informado do motivo da demora e reinformar o médico regulador da situação do paciente, pois se o paciente piorar, o messmo será reclassificado e podrá ser condicionado como um grau de urgência maior do que os casos recém citados. Se o informante não puder permanecer no local por tanto tempo, o mesmo deve delegar a funçao de informante para outro que ainda possa permanecer no local.Mas agora é que chega a hora de falar no “jeitinho brasileiro”.Coisa muito comum é ocorrer de o solicitante acrescentar alguns sintomas fictícios ao paciente (O QUE NAO É O CASO DO SR. JOÃO BATISTA). O médico regulador reage de acordo com as informações que recebe ao telefone. Muitas vezes acabamos deixando de atender casos muito graves para se deslocar para casos de menor importância e sem risco de vida, devido às informações dadas pelo solicitante, que não imagina que o fato de estar aumentando os sintomas de gravidade do paciente, pode estar tirando a vida de outro que está em outro local e precisa muito mais do atendimento naquele momento. E ainda tem os trotes, que correspondem um grande número das chamadas. Muitas vezes a maioria. Já recebi chamadas de pessoas se identificando como médico, como policial, comodelegado, como cantor de banda, etc. Já fui para atendimentos onde nos deslocamos 30 kilômetros para atender um suposto acidente grave e ao chegar no local, ver que se tratava de uma brincadeira (trote), ou noutro acidente que o solicitante relatou que 02 pessoas colidiram de frente de moto a exatos 23 km de distância da base do SAMU. Na ocasião o solicitante informou que uma das vítimas estava imóvel e inconsciente no chão e que a outra vítima teve uma das pernas quase amputada do corpo. Foi necessário deslocar 02 ambulâncias para o local. Após 23 km constatamos que uma das vítimas sofreu um arranhão nos dedos do pé e a outra sofreu um esfolão no joelho. Nenhum dos 02 precisou de atendimento hospitalar, apenas curativo para a limpeza das lesões. Até retornarmos já haviam ocorrido outros acidentes e ocorrências de gravidade.É o “jeitinho brasileiro”, que acrescenta alguns sintomas para poder garantir o atendimento, assim como a rapidez.Não sei qual a situação do momento em que o senhor João ligou para o SAMU. Entendi que o atendimento do início ao fim teve alguns equívocos por parte da equipe de saúde (pelo que vi escrito aqui). Mas também acho muito importante resaltar que também pode ter sido equívoco fazer tal publicação em aberto a esse ponto, sem ter conhecimento do que é realmente o mais correto e sem saber com certeza se realmente a ambulância demorou 25 minutos porque não quiseram que fosse antes ou se porque havia outro ou outros atendimentos de maior gravidade para ser feito. Do mesmo modo que o médico regulador responde por seus atos, o contribuinte também não está isento de ser advertido, ou até responder legalmente por suas ações.De fato o aconselhado e ensinado é que o regulador se identifique ao solicitante (isso traz mais confiabilidade ao serviço, inclusive até para a hora de explicar eventuais demoras ou não envio de ambulância, assim como orientações.Querer saber o nome do regulador é um direito do Sr. João Batista, mas nesse caso, saber o nome da Dra Vânia serviria de imediato para melhorar ou piorar o estado do paciente? Ou seria uma pergunta com um fundo de coação, do tipo ” – Se alguma coisa de errado ocorrer quero saber o nome do médico para depois poder menciona-lo ao público, ou saber quem acusar.” COMO SERÁ QUE O MÉDICO REGULADOR SE SENTE QUANDO ALGUÉM O INTIMIDA PERGUNTANDO O SEU NOME? Não sei se foi o caso do Sr. João, mas isso fica para reflexão pois acontece todos os dias. Ressalto que todo o ocorrido pode ser tirado a limpo junto a administração do SAMU. Todas as chamadas, todas as falas são rigorosamente gravadas, e se tiveram outras ocorrências nesse período, está tudo registrado palavra por palavra.Digo sempre que ser médico regulador é muito difícil, angustiante, cansativo, doloroso, estressante, desgastante e perigoso. Muito melhor atender um acidente grave do que estar regulando ao telefone.No telefone somos intimidados, temos que dizer sim ou não ou espere, temos que duvidar, temos que questionar, temos que perguntar, temos que pensar rápido, decidir. Não somos máquinas somos humanos e tentamos fazer o melhor baseado em evidências científicas e com um serviço que tem protocolos mundialmente conhecidos e eficazes, mas que também tem margens para falhas.Tentamos sempre nos capacitar para sempre obter o melhor atendimento, mas as limitações, a cultura, o jeitinho brasileiro, os trotes permitem que essa capacidade não seja plena.Uma coisa que sempre digo que falta em relação ao SAMU, é a divulgação à população do que é o SAMU, como é o SAMU, o que ocorre nos bastidores. Como diz o ditado, “O que os olhos não vêm, o coração não sente.

  2. Olá,Ao lê essa matéria fiquei impressionado, pois passei por uma situação semelhante e pensei que seria o unico a passar por esse constragimento, no dia 24.06.2009 tive uma hemorragia interna perdi muito sangue, sofri uma queda de pressão e caí com com o rosto no chão ficando inconsciente por uns minutos perdendo muito sangue, ao tornar percebi algo estranho estava com o rosto deformado a meio de uma poça de sangue e um zumbido muito forte no ouvido, liguei para a SAMU pedindo ajuda e a atendente disse que não aceitava trotes e desligou o telefone, liguei novamente passei meu endereço, a empresa onde trabalhava e número da minha RG, dei referencia e espliquei que estava sózinho e que estava perdendo muito sangue e precisava de ajuda, a atendente ao telefone me falou meio brava: SENHOR TEMOS O NÚMERO DO SEU TELEFONE, POIS FOI RASTREADO POR NOSSA EQUIPE E SE O SENHOR VOLTAR A LIGAR VAMOS MANDAR UMA VIATURA POLICIAL PARA LHE PRENDE E DESLIGOU O TELEFONE.Fui socorrido por um irmão e remorrivida para um hospital da cidade, por conta da gravidade fui transferido para uma clínica na cidade do Recife, onde foi comprovado que estava com a mandíbula fraturada em três cantos além de um corte profundo no queixo, sem falar do sangramento intenso que sofri por conta de uma ulcéra.Depois de duas cirurgias, onde foram colocados onze pinos e quatro parafusos na mandíbula ficando com a boca imobilizada por 30 dias, me alimento por canudos, realmente depois do caso passado, percebo que foi um descaso muito grande para comigo.Eu sei que muitos passam trotes, mas não podem dizer que essa ou aquela ligação é um trote, a SAMU ou outra instituição que seja devem verificar a veracidade da solicitação, para que ninguém sofra como foi o meu caso.Antonio Santosantoniosfamlia.blogspot.comantonios.2008@hotmail.com

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